Arquivo da categoria ‘Intervenção’

Quem é assíduo aqui do Under Construction sabe que a gente sempre dá espaço pra novas manifestações de arte nas ruas, principalmente aquelas que além de belas visualmente falando também deixam alguma mensagem consigo. Nesse projeto de street art, batizado de Urban Traps, Jeff Greenspan e Hunter Fine espalham armadilhas pelos Estados Unidos. Segundo os criadores, a idéia é espalhar armadilhas para determinadas subculturas, prevenindo infestações e coletando espécies para estudos futuros. Curti!

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Orion é designer e artista plástico, formado em Artes Visuais. Desenha e pinta desde moleque. Aos 13, imerso na cultura do skate e do hip hop, foi pra rua fazer seu primeiro trabalho na parede. Seguiu fazendo graffiti até que começou a fazer tatuagem. As tatuagens com desenhos exclusivos  foram uma ponte para a ilustração, depois para a direção de arte de revistas, até que abriu mão de tudo e voltou paras as ruas com o projeto Metabiótica em 2006, que já foi exposto, alem do Brasil, na Argentina, Canadá, França, Holanda, Estados Unidos, Inglaterra.

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Quando Jeffrey Deitch foi nomeado diretor de arte do Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles, uma grande promessa de valorizar a arte de rua foi feita. Preparando uma nova exposição sobre o tema, Jeffrey convidou o badalado grafiteiro Blu para pintar uma das paredes do museu. E menos de 24 horas após de pronto o trabalho o mural foi totalmente apagado por funcionários do museu.

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Nada pode ser mais controverso do que a história do badalado grafiteiro inglês Banksy. Um cara da cultura underground que se tornou reconhecido mundialmente, com direito a documentário sobre sua trajetória e até mesmo abertura para os Simpsons. Ele é pop, super mega pop, mas ninguém conhece ele.

banksy,banksy-graffiti,banksy-images,banksy-stencil,street-art,arte nas ruas,ativismo,activism,underconstruction blogAos poucos o britânico nascido em 1974 vai se tornando uma daquelas lendas urbanas, que todos conhecem mas nunca viram. Dizem que é mais fácil ver uma mosca branca ou uma cabeça de bacalhau do que ver ele. Banksy não se considera um artista e esse é um dos motivos pelos quais ele prefere manter sua identidade sobre sigilo. Cá pra nós, esse papinho pra mim é meio fake, não cola não. Acho que por trás disso tudo tem algo mais, tipo uma ficha criminal bem extensa ou ter várias esposas espalhadas pelos mundo.

Independente dos motivos que o levam a manter seu sigilo (que na verdade não me interessa em nada) o trampo dele é de se tirar o chapéu. Aclamado mundialmente como um dos melhores (se não o melhor) artista de rua de todos os tempos, a riqueza e diversidade dos seus trabalhos é de fazer babar.

E para os apreciadores de street art, ainda dá tempo de conferir o filme dele na 34ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO, a última apresentação será no ESPAÇO UNIBANCO 3  dia 29/10/2010 – 19:50 – Sessão: 763 (Sexta).

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Leia toda a matéria, saiba mais sobre a história desse não-artista mega pop e confira uma seleção dos seus melhores trabalhos assim como o trailler do filme e a abertura que ele fez para Os Simpsons.

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JR é um artista parisiense que expõe suas obras pelas ruas, através de enormes posters em preto e branco que chamam a atenção de todos mesmo daqueles que não costumam frequentar galerias e museus. No seu trabalho não há separação entre atores e espectadores, JR transforma pessoas normais em protagonistas de suas fotografias. O principal objetivo é fazer as pessoas pensarem levantando as questões da sociedade de uma maneira diferente do que as mídias mais comuns, como a televisão, os jornais e as revistas nos mostram. Prefere permanecer anônimo, pois acredita que revelar seu nome não vai acrescentar em nada.

Começou como grafiteiro, mas quando tinha 17 anos encontrou uma câmera no metro de Paris. A partir daí ele começa a observar as pessoas que vivem em lugares undergrounds da capital e a colar telas fotográficas surpreendentes em locais públicos, deixando assim a  sua marca ao redor do mundo.

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NEOZOON, é um grupo de mulheres artistas alemãs que realizam intervenções urbanas e preferem não revelar seus nomes, assim como Banksy. Elas reutilizam casacos de pele e moldam em forma de animais criando instalações que parecem ser muito reais. O mais interessante de tudo isso é que além de impressionar com a criatividade e aparência, o objetivo é alertar as pessoas de um problema que foi esquecido e atropelado por outras coisas superficiais.

Através dos seus trabalhos elas fazem um crítica da relação do homem com o animal, questionando animais em cativeiro, e o extermínio, em que milhões e milhões de animais são mortos pela moda e para a produção de alimentos. “Pegamos casacos de peles descartados e introduzimos para o ambiente, devolvendo-lhes a sua forma antiga, tornando-os “vivos”, para deixar as pessoas perceberem que eram animais vivos.”

Em alemão”neozoon” significa uma espécie introduzida em um ambiente estranho.

As instalações foram realizadas em Berlim, Paris e Nova York e em zoológicos de cidades alemãs.

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SMSlingshot é um ativismo de intervenção digital em espaços públicos realizado primeiro em Berlim pelo VR / Urban, um coletivo fundado no Verão de 2008 para a criação de intervenções digitais em espaços públicos. A equipe e os membros do seu núcleo Patrick Tobias Fischer, Christian Zöllner, Thilo Hoffmann e Sebastian Piatza realizaram diversos projetos interventivos no espaço urbano e publicaram diversos artigos científicos sobre os seus estudos. O coletivo acredita fortemente no poder de participação das pessoas nos espaços urbanos e  nos direitos de liberdade de expressão.

“Atualmente, sentimos que algo muito errado está acontecendo quando observamos o crescente número de anúncios digitais  que vagueiam através do espaço público urbano.”

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